domingo, 15 de abril de 2012

12. OS REINOS DA IGNORÂNCIA - 2 -

O SABER E O NÃO ENSINAR.

O SABER E O NÃO ENSINAR,
OU INFORMAR MAL,

PARA ALGUM PROVEITO TIRAR
É um inconsciente Coletivo
Degradante,

Que estraga,
Estilos de Vida Confiáveis,

Enquanto,
Todos se enxergam,
Uns aos outros,

Como desconfiados
E desconfiantes,

Principalmente em caixas eletrônicos,
Onde se apresentam,
Como pessoas delicadas,

Acabam se revelando,
Inimagináveis assaltantes.

O Extraordinário Desafio,
De sobre-existir,

Neste Frágil Longo Drama Humano
Na Terra,

Com um Cérebro,
Que Contém Extraordinárias,
Faculdades Mentais,

Cujos Olhos Conscienciais,
Estão presos a um caso por vez,

Descuida de outros periféricos,
Os quais, muitas vezes,


Deixa  indivíduos patéticos,
E mais ainda se enterra,

Enquanto inconscientemente,
Abre a guarda,
Para astutos marginais.

Esta é uma Real
E Cruciante Limitação Mental.

Se o cérebro estiver,
Deduzindo, ou tirando
Conclusões por resultados,

Para responder o porque,

- Se deixou de alguma coisa fazer,
- Se deixou de algo lembrar,
- E até mesmo algo perder,

Cuidado se for
Alguma operação,
Bancaria fazer.

Há alguém, observando o seu descuido,
Para gentilmente lhe surpreender.

A INTENÇÃO
De dirigir a Atenção

PARA AQUILO QUE SE MOSTRA

É a Habilidade Ferramental,
Única de motivar pessoas,
Ao Mundo da Educação,

Todavia, 
Pessoas mal intencionadas,
Estão estragando,

Esta humana possibilidade real,
De aumentar,
Do conhecimento
O seu cabedal.

Jovens,
Por atitudes torpes,

Para o seu cartão trocar,
Num gesto rápido
De aparente delicadeza,

E já de posse visual,
De senhas,
Sua conta bancária pilhar.

Estas pessoas,
Que se dedicam a informar mal,

Estão caracterizadas,
No grupo de ignorantes,
E assaltantes.

Perderam a noção
De humanidade,
Pela atuante impunidade,

E lentidão dos criadores,
De Leis,

Diante da velocidade,
De malfeitores atuantes.

Evilasio de Sousa


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